Homens se passam por funcionários de telefonia e são presos com cabos furtados avaliados em R$ 52 mil no interior de SP

Cabos de telefonia foram retirados de postes por homens que se passaram por funcionários de uma empresa Polícia Militar/Divulgação Quatro homens, com idades...

Homens se passam por funcionários de telefonia e são presos com cabos furtados avaliados em R$ 52 mil no interior de SP
Homens se passam por funcionários de telefonia e são presos com cabos furtados avaliados em R$ 52 mil no interior de SP (Foto: Reprodução)

Cabos de telefonia foram retirados de postes por homens que se passaram por funcionários de uma empresa Polícia Militar/Divulgação Quatro homens, com idades entre 20 e 48 anos, foram presos por furto qualificado, nesta terça-feira (12), na zona urbana de Rosana (SP), após serem interceptados nas proximidades da divisa com o Estado do Paraná, com aproximadamente 1.000 metros de cabos de telecomunicação, avaliados em mais de R$ 50 mil. Durante a noite, a Polícia Militar foi acionada por populares devido a um furto e foi informada de que quatro homens com dois automóveis faziam a retirada de fios que estavam instalados em postes, na Rua Dourado. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Quando os militares chegaram ao local, os veículos haviam saído em direção à Estrada da Jacutinga, que possibilita acesso à área fronteiriça com o estado do Paraná. Em patrulhamento, os automóveis foram vistos pela estrada e abordados. Segundo a PM, os carros possuíam logotipos a serviço de empresas de telefonia. Os abordados utilizavam seus uniformes e possuíam diversos documentos relacionados à instalação de cabeamentos telefônicos, porém, os endereços e datas não condiziam com a execução do serviço. Veja os vídeos em alta no g1 Vídeos em alta no g1 Dentro dos veículos os militares localizaram cerca de 1.000 metros de fios telefônicos, posteriormente avaliados em R$ 52 mil, pertencentes à empresa VIVO, várias ferramentas de execução e outros uniformes de empresas telefônicas. Os quatro abordados, os equipamentos, os produtos furtados e os automóveis foram levados ao Distrito Policial de Primavera. Em nota ao g1, a Vivo afirmou que os indivíduos detidos não possuem vínculo com a operadora. "A companhia repudia veementemente qualquer ato ilícito e ressalta que furtos, roubos e vandalismo de equipamentos e cabos impactam diretamente os serviços de telecomunicações, prejudicam a sociedade e comprometem os serviços de utilidade pública, como polícia, bombeiros e emergência médica", informou. A empresa orienta que, ao identificar qualquer ação suspeita, a população ligue para a Polícia Militar (190) ou para o canal de denúncias da Vivo. LEIA TAMBÉM: Projeto de R$ 7,3 milhões promete recuperar 700 hectares degradados e impulsionar renda em assentamentos do Pontal do Paranapanema Casal é preso com 300 kg de maconha durante 'viagem de presente' prometida pelo namorado no interior de SP Cães com extrema magreza e sinais de doença são resgatados pela polícia após denúncia de maus-tratos no interior de SP Esquema criminoso A Polícia Civil obteve, na manhã desta quarta-feira (13), o deferimento da Justiça para a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva dos quatro homens, com idades de 20, 22, 27 e 48 anos, integrantes de esquema criminoso interestadual especializado na subtração de cabos de telecomunicação. Conforme a polícia, o responsável pela segurança da empresa vítima reconheceu o material como patrimônio da companhia e confirmou que não havia autorização para a atividade realizada pelos suspeitos. O delegado solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva, argumentando que o crime teve gravidade, que há registros de outros casos semelhantes ligados aos suspeitos no Paraná e que a medida é necessária para garantir o andamento das investigações. A Justiça acolheu o pedido e manteve os quatro homens presos. Segundo a decisão, o modo de atuação do grupo indica organização e planejamento para cometer o furto. Foram expedidos mandados de prisão, e os quatro indiciados permanecem recolhidos no sistema prisional. Os materiais apreendidos - quatro celulares, documentos com indícios de falsificação, dois veículos e os cabos - passarão por perícia. A análise deve ajudar a identificar outros possíveis integrantes do grupo e a verificar se há ligação com crimes semelhantes em outros municípios. A Polícia Civil reforçou que o furto de cabos de telecomunicação pode comprometer serviços essenciais para a população, como telefonia e internet. Em casos que envolvem organização criminosa ou uso de documentos falsos, a legislação prevê penas mais severas. A população pode contribuir com informações pelos telefones 181 (Disque Denúncia) e 197 (Disque Polícia), disponíveis 24 horas por dia. O sigilo é garantido. Initial plugin text Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM